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A importância de estar aberto em tratamentos energéticos: e os efeitos da preocupação nos resultados

  • Foto do escritor: Fabiana de Lima
    Fabiana de Lima
  • 13 de mai.
  • 1 min de leitura

A abertura que a gente pede antes de começar um tratamento energético não significa ter "fé cega" no método, mas sim um estado de permissão: estar disposto a sentir, sem bloquear ou julgar o que surge. Os tratamentos energéticos (Reiki, radiestesia, etc.) atuam em campos sutis, onde a intenção e a resistência do paciente influenciam diretamente o fluxo de energia.


Mas como a ansiedade, medo e angústia atrapalham a sessão?


1. Criam uma "blindagem energética": ativam o sistema de defesa do corpo (simpático), gerando contração muscular, respiração curta e um campo energético fechado. É como tentar regar uma planta com o vaso virado para baixo: a energia até chega, mas não penetra nem circula.


2. Distorção do sentir: um paciente ansioso tende a hipervigiar cada sensação ("esse calor é bom ou ruim?"). Isso impede o estado de entrega necessário para que o próprio corpo se autorregule. Na conversa terapêutica, por exemplo, a angústia pode bloquear o acesso a insights genuínos, gerando apenas repetição de queixas.


3. Potencializam sintomas físicos temporários: Durante o Reiki ou radiestesia, a energia pode "esbarrar" nos nós de tensão da ansiedade, causando formigamento, tremor ou calor intenso. Um paciente fechado interpreta isso como perigo e interrompe o processo; um aberto permite que a descarga aconteça..


Reconhecer esses estados tem um lado muito interessante: é menos sobre acreditar no método e mais sobre permitir-se estar vulnerável e presente. Sem isso, qualquer terapia energética vira apenas um momento relaxante, mas raramente produz transformação profunda.

 
 
 

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